Follow rule #6: don’t take yourself so damn’t serious serious

If you follow just one rule in life, choose rule Number Six.

“The mind is like a parachute. Não funciona se não estiver aberta”. – Frank Zappa

Dois primeiros-ministros estavam a ter uma conversa casual. Um ficou intrigado com esta regra que parecia tão simples. O outro homem acabou de recomendá-la em duas ocasiões com um resultado positivo imediato.

Primeiro, um subordinado veio vê-lo. Ele estava chateado, batendo com o punho na mesa. Depois, uma mulher histérica que gesticulava loucamente. Depois do chefe deles lhes lembrar a regra número 6, ambos saíram da sala de um modo positivo.

O outro primeiro-ministro ficou intrigado, “O que é a regra número 6?”

“A regra número 6 não se leva tão a sério.”

O primeiro primeiro primeiro-ministro riu. Ele queria saber mais, “Então, quais são as outras regras?”

“Não há outras regras”, foi a resposta.

O segredo da vida requer seguir uma única regra. Se você quer ter sucesso e ser feliz, não se leve muito a sério.

O mundo não gira em torno de você

“Não ande por aí dizendo que o mundo lhe deve uma vida. O mundo não te deve nada. Estava aqui primeiro.” – Mark Twain

Quando nos levamos demasiado a sério, acreditamos que tudo gira à nossa volta. É por isso que tememos ser ridicularizados – não queremos enfrentar que não sejamos tão especiais.

O medo da vergonha mata o nosso impulso – censuramos os nossos desejos para não sermos ridicularizados.

O paradoxo da vergonha é que, ao procurarmos a aprovação, transformamos os outros em nossos juízes. O medo da rejeição faz-nos desesperar por agradar aos outros. Tornamo-nos prisioneiros do julgamento dos outros.

O medo do ridículo é a antecipação – preocupamo-nos com algo que possa acontecer.

Como Brené Brown explica no seu livro Daring Greatly, procurar aprovação desliga-nos dos nossos desejos. Espera-se que as mulheres sejam naturalmente perfeitas. Os homens vivem sob a pressão de não serem vistos como fracos. A autora capta a necessidade de merecimento na seqüência “agradar, executar e aperfeiçoar”

As expectativas externas são um alvo em movimento, como escrevi nesta coluna. Ao tentar agradar a todos, acabamos não agradando a ninguém – inclusive a nós mesmos.

A nossa auto-estima está ligada à forma como o nosso público recebe a nossa performance. Se eles adoram, nós valemos a pena. Se eles não adoram, nós nos sentimos inúteis. Viver nossas vidas como uma performance sem fim é exaustivo – estamos sempre desempenhando um papel.

O perfeccionismo é o inimigo da mudança. O bar é tão alto que nunca descansamos para nos divertirmos. Queremos fazer tudo da maneira certa – um único erro pode arruinar tudo o que construímos.

Quando nos levamos a sério, levamos os outros a sério também – é por isso que as suas opiniões nos prejudicam. Você deixa o julgamento deles definir sua identidade – você aceita os rótulos que as pessoas lhe dão.

A solução está em encontrar o equilíbrio: leve a vida a sério, mas não a si mesmo.

Como disse Alan Rickman: “Eu levo o meu trabalho a sério e a maneira de o fazer é não te levares demasiado a sério.”

Mundo de Medição de Adeus

“A noção de que os líderes precisam de estar no comando e saber todas as respostas é datada e distraída.” – Peter Sheahan

Considero-me uma pessoa séria – eu levo a vida a sério.

No entanto, o meu peculiar sentido de humor permitiu-me lidar com tempos turbulentos. Há muito tempo atrás, aprendi a parar de procurar a aprovação dos outros. Se algo corre bem, eu gosto. Se não correr bem, eu vou em frente.

Não sou imune à influência dos outros, mas aprendi a ser dono das minhas ações. Eu faço o que me parece certo e tomo posse total – não há espaço para culpar os outros ou a mim mesmo.

Sinto-me confortável em estar desconfortável – vulnerabilidade é reconhecer as minhas perfeitas imperfeições. Aprendi a levar a vida a sério, mas não a mim mesmo.

Na Arte da Possibilidade, Rosamund e Benjamin Zanders compartilham 12 regras para trazer criatividade a todos os esforços humanos – a regra Número Seis é a melhor. Os autores convidam-nos a distanciarmo-nos de nós mesmos, sérios e substanciais.

O nosso eu interior foi treinado para ‘medir’ num mundo competitivo – procuramos referências externas para definir a nossa performance.

Vivemos num mundo de medição. Tudo o que fazemos é medido em relação aos outros. Quanto dinheiro nós ganhamos. Como são bonitos os nossos parceiros. Quão felizes estamos. Nossa identidade é relativa ao que outras pessoas têm ou fazem.

“As molduras que nossa mente cria definem e confinam o que percebemos ser possível. Cada problema, cada dilema, cada beco sem saída que nos encontramos na vida, só aparecem insolúveis dentro de um determinado quadro ou ponto de vista”. – Rosamund e Benjamin Zanders

Mude a sua visão. Passe da medição para as possibilidades.

Quando outros riem de você, eles medem você contra suas expectativas. Mas se você se concentrar em alcançar o que você deseja, independentemente do que as pessoas pensam, você alcançará seu pleno potencial.

Tome líderes, por exemplo. Aqueles que se sentem superiores tentam reprimir os outros para parecerem ainda melhores. Aqueles que se sentem inferiores, tentam fazer os outros sofrer também. Quando você pára de medir-se contra as expectativas dos outros, você não só é livre, mas não sente a necessidade de mudar os outros.

Temos dois eus, de acordo com os Zanders, o nosso Calculating-Self, e o nosso Central-Self.

O Calculating-Self somos nós em modo de sobrevivência – ele vê tudo como um ataque contra nós. O Eu-Central representa a natureza generativa, prolífera e criativa de nós mesmos e do mundo. Em vez de nos colocar no centro de tudo, ele avalia a realidade sem uma agenda.

O Eu-Central é uma versão mais suave, brilhante e leve de nós mesmos – é sem ego.

Regra Número 6 é um lembrete para nos iluminarmos e não nos levarmos tão a sério! Ela nos liberta de visões egoístas e auto-limitadas – em vez de tentarmos ser apreciados, deixamos de nos importar.

Humor Will Help You Take Yourself Less Seriously

“You can’t deny laughter. Quando chega, ele se afunda na sua cadeira favorita e fica o tempo que quiser”. – Stephen King

Consideras-te uma pessoa séria? Achas difícil deixar passar?

Existem dois tipos de pessoas. Aqueles que acham fácil rir de si mesmos. E aquelas que se levam demasiado a sério. Rir de si próprio é mais do que uma mentalidade positiva – também melhora a nossa saúde.

As pesquisas ligam o rir de si próprio a ter uma personalidade optimista e um bom humor. Está na base de ter senso de humor. Contudo, rir de si próprio não é fácil – representa o nível mais difícil (humor).

Aqueles que riem de si próprios regularmente também são menos propensos ao stress crónico.

O humor adaptativo – animar as pessoas ou ver a diversão em eventos adversos, está ligado ao bem-estar e à saúde psicológica. Aumenta a resiliência, diminui os riscos de ataques cardíacos e ajuda-nos a gerir melhor a dor.

O humor também dá uma vantagem aos líderes. Os funcionários mencionaram um “senso de humor” e “ética de trabalho” duas vezes mais do que quaisquer outras frases para definir o que faz um bom líder, segundo um estudo do Bell Leadership Institute.

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Darmo-nos com um grão de sal dá-nos perspectiva – podemos aprender com os erros observando à distância.

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Como parar de se levar demasiado a sério

“Não empurre o rio, ele flui por si só”. – Provérbio chinês

Confrontar o medo de ser ridicularizado:

Endar o ciclo vicioso – o medo alimenta mais medo. Enfrente-o e ultrapasse-o. Como disse Seth Godin: “Dance com medo. Enquanto você dança, você percebe que o medo é, na verdade, uma bússola – está lhe dando uma dica de que você está em alguma coisa”. Use esse medo como energia para saltar para a frente.

Deixe cair a bola de propósito:

Não quero dizer metaforicamente, apenas deixe algo cair através das fendas. Isto não só o ajudará a perceber que um erro não o matará – mas também o ajudará a recuperar o controlo. Se alguém reclamar, sorria e diga que você fez isso de propósito. Errar de propósito prepara-o para erros inesperados.

Mude o tom, mude a conversa:

A melhor maneira de ultrapassar a pressão dos perfeccionistas é não os levar demasiado a sério. Os perfeccionistas tendem a pensar em termos certos ou errados – ou você tem sucesso ou falha. Use o humor para desarmar sua abordagem: mostre-lhes os tons de cinza da vida.

Qual é a pior coisa que poderia acontecer?

Esta simples pergunta pode ajudá-lo, e aos outros, colocar as coisas em perspectiva. Não estou a dizer-lhe para não apontar alto, mas para encontrar o equilíbrio. Escreva tudo o que lhe vier à cabeça. Você está preocupado com coisas reais? Ou estás a levar as coisas pequenas demasiado a sério? Reflita e separe as preocupações dos fatos.

Faça uma vergonha resistente:

Aprenda a reconhecer a voz da vergonha quando ela está chamando seu nome. Enfrente essa emoção. Brené Brown sugere falar com sua vergonha: “Isso é decepcionante, talvez até devastador. Mas sucesso, reconhecimento e aprovação não são valores que me impulsionam”. O meu valor é a coragem. Você pode seguir em frente, vergonha.”

Adicionar mais humor à sua vida:

Cercar-se de pessoas engraçadas. Desliga as notícias e os programas violentos; vê antes uma comédia. Use autodepreciação em vez de etiquetas desagradáveis. Sorria. Especialmente quando te sentes nervoso ou chateado. Encontre o humor em algo sério. Habituar-se a rir-se de si próprio torna-o imune ao riso do seu público.

Deixe a sua reputação:

Sua imagem não é você. É apenas o que as pessoas percebem. Não deixe que a sua auto-estima dependa dos aplausos do seu público. Quando a sua auto-valorização não está em jogo, é mais fácil correr mais riscos e ser corajoso. Você pára de pensar se sabe dançar ou não. Você começa a balançar.

A vida é muito curta. Não te leves tão a sério. Sei que parece mais fácil dizer do que fazer, mas tentar impressionar os outros requer mais energia. Aprenda a ver a oportunidade escondida nos desafios.

Não leve os outros muito a sério, também. Liberte-se do Mundo das Medidas. Fique bem estando vulnerável. Leve a vida a sério, não a si mesmo.

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